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A preparação de uma tarde astrológica sobre Quíron

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leopoldina

Aula Leopoldina, na Universidade de Wrocław, Polónia
(Photo by Stanislaw Klimek) - Daqui.

A preparação de uma tarde astrológica sobre Quíron

Por António Rosa

No domingo à tarde [7 Fevereiro] concluí uma experiência muito curiosa e que fora iniciada há uns meses atrás, quando a minha amiga Luisa Sal, criadora do Centro Cristal de Cura, onde exerce como terapeuta, teve a ideia de me sugerir uma aula sobre ‘Quíron astrológico’, que aceitei sem hesitar, pois o próprio tema fascina-me e empolga-me. Luisa, muito obrigado pelo empurrão e pela hospitalidade.

Agradeço à Magda Moita a ajuda que me prestou na preparação desta aula, além da sua disponibilidade em aprofundar as questões ligadas à kundalini. Muitos beijinhos, linda. E muito obrigado.

Contei com a presença sempre gratificante, de pessoas amigas, algumas delas, minhas colegas da blogoesfera, autoras dos blogues: «BandarraVet», «Fada Moranga», «Fuzíl Cósmico» e «Grimoire – O Livro do Caminho do Meio». Gostei de rever outras pessoas que lá estiveram, tal como foi muito bom conhecer novas pessoas que estiveram presentes. E não é que, excepto duas pessoas, todas as demais têm profundos conhecimentos de astrologia e dos seus mapas pessoais?! Surpreendente!

Muito agradecido a todos. Muito agradecido por me terem aceite e por terem escutado «coisas» que habitualmente não se falam em aulas de astrologia. Eu bem vi as caras de surpresa, em alguns momentos da tarde. Sim, Quíron em Cancer ou na VI, é isso mesmo! :)) Ou na VII, pode ocasionar aquilo que ouviram. E em Carneiro? Surpreendente, certo? E aquilo da 1ª quadratura e da oposição a ele mesmo, no mapa natal? Testado e confirmado por todos os presentes.

Em Janeiro comecei a preparar esta tarde astrológica, escrevendo apontamentos que tencionava usar, ainda sem saber quem seriam as pessoas que estariam presentes no evento.

A minha preparação começou com a procura, em minha casa, destes livros: «Quíron», de Barbara Hand Clow; «Chiron and the Healing Journey», de Melanie Rheinart; e de Zane Stein, a obra «Chiron and Friends», que eu sabia tê-los lido há uns 10 anos. Para minha surpresa, não os encontrei. E isso que os procurei bem. Nada de nada. Só alguns dias antes da aula, e em conversa com pessoa amiga, é que me recordei que havia oferecido 2 dos livros. Aquele que era mais importante para mim, o livro de Barbara Hand Clow e que está recheado de sublinhados e apontamentos meus, esse, eu sabia e sei que não o oferecera a ninguém. Tem que estar em casa, só que «sumiu» durante este mês e meio. Sei que vai aparecer um dia destes.

No entanto, em oposição a este estranho desaparecimento, fez-se muito presente aos meus olhos um caderno de apontamentos de capa dura, que estava na zona onde tenho os meus livros. De 2003 a 2006 fui escrevendo nesse caderno, dezenas e dezenas de apontamentos só sobre Quíron, extraídos de muitas consultas de astrologia que tivera nessa época. Com os nomes e dados de cada pessoa atendida e curada emocionalmente. De cada pessoa, cujo mapa foi estudado com muita atenção, apenas no que diz respeito ao planeta que representa a nossa alma, no nosso mapa natal.

Surpreendentemente, foi esse caderno de apontamentos que me serviu de base para preparar a aula do dia 7 de Fevereiro. Uma semana antes do evento terminei a ordenação e escrita de todo o alinhamento da aula, fazendo-se muito óbvia, uma conclusão que me deixou 'alarmado.' Tinha entre mãos, material para um seminário de um dia inteiro e não apenas para uma tarde de quatro horas, conforme estava anunciado. Fui para a aula com uma sensação de não conseguir dar toda a matéria e que teria que improvisar no próprio momento, escolhendo sobre o que deveria falar e sobre aquilo que deveria ficar nos apontamentos.

Na véspera da aula, e devido à minha experiência de editor, tinha a ideia que aquilo que estava em meu poder, os meus próprios apontamentos, era o equivalente a um livro médio de umas 120 páginas.

Agora, tenho que arranjar maneira de, com muita calma, perguntar «lá em cima», se todos estes apontamentos que reuni, se destinam realmente a passar à forma de livro, ou se, simplesmente, devo disponibilizar através do nosso site «Escola de Astrologia Nova-Lis».

Outra coisa: fui com a intenção de tirar fotografias e no local, esqueci-me completamente. Estou a tentar criar podcasts com o som do que foi dito na aula, disponibilizando-os a quem os entender.

A preparação desta aula também serviu como a oportunidade que procurava para me desapegar da minha quinta no jogo 'FarmVille'. Foi simplesmente apagada.

Beijos e abraços.
Actualizado em Segunda, 08 Fevereiro 2010 19:41
 

'Quíron astrológico' na Ericeira, com António Rosa

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'Quíron Astrológico' com António Rosa
Domingo, 7 Fevereiro 2010, às 14h30
Centro 'Cristal de Cura' - Ericeira, Portugal
Investimento: 35€
Inscreva-se, clicando aqui.

Sobre o Quíron astrológico, como representação
da nossa frustração e encaminhamento espiritual

Tempo necessário para Quíron completar uma deslocação ao longo do zodíaco: cerca de 50 anos (devido à sua órbita muito irregular a sua passagem por cada signo varia entre 1,5 a 8 anos). Retrogradação: uma vez por ano, durante cerca de 4-6 meses. Signos mais afins: Virgem, Escorpião e Sagitário. Casa associada: VI.

Personagens simbolizadas: o curandeiro, o astrólogo, o xamã, o terapeuta, o astrólogo, o mestre (interior); o sofredor, o sacrificado, a vítima de doença ou trauma incurável, o bode expiatório.

Funções fundamentais: sublimação espiritual das feridas (físicas ou psicológicas) (consideradas) incuráveis; reconciliação dos impulsos humanos repressivamente dissociados; descoberta através do sofrimento das capacidades curativas pessoais.

Valores positivos: sabedoria, autodomínio, paciência, capacidade curativa, capacidade de sacrifício, aceitação positiva da dor, da vulnerabilidade e da morte, reconciliação com a intemporalidade, heroísmo, humanitarismo, doação, contribuição, iluminação, capacidade mediadora, qualidades de aconselhamento e de sustentação, desapego, integração holística.

Comportamentos negativos: derrotismo, alienação, isolamento, autocomiseração, depressão, repressão, fragmentação e divisão interiores, desistência, obstinação compulsiva, negatividade, autoengano.

Desenvolverei longamente a questão da primeira quadratura de Quíron na vida de cada pessoa e como isso está associado à descida da kundalini, activando os centros energéticos conhecidos por 'chakras'. Esta primeira quadratura pode ocorrer entre os 5 e os 23 anos da pessoa. Na aula, se os assistentes quiserem, poderei fazer com rapidez as contas necessárias para os presentes saberem que idade tinham quando isso aconteceu e a partir daí, cada um recordar-se dessa época da sua vida e poder iniciar um processo de entendimento, que encaminhe a uma cura pessoal.
Actualizado em Quarta, 13 Janeiro 2010 16:39
 

Previsões para 2010 - O Planeta Regente: Vénus

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2010

Por António Rosa

Em Junho de 2008 expliquei no meu blogue 'Cova do Urso', como se saber qual é o planeta do ano. No entanto, aqui fica, novamente, a explicação.

Os Antigos usavam a “Estrela dos Magos”, de sete pontas, onde são colocadas as duas luminárias - o Sol e a Lua -, e os cinco planetas que são visíveis a olho nu e que eram conhecidos na antiguidade – de Mercúrio a Saturno. Também conhecidos e chamados de 'Planetas Sagrados'.
Actualizado em Sexta, 08 Janeiro 2010 16:03 Continuar...
 

'Simbolicamente' por Tiago Seabra

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'Simbolicamente'
por Tiago Seabra

Este artigo pertence ao grupo


A visão que privilegia o desenvolvimento material em detrimento do espiritual comprometeu o desenvolvimento integral do Homem e foi determinante na criação de um tipo de comportamento predatório em relação à natureza e que se estendeu para outros sectores da vida, permeando, inclusive, as relações humanas, criando um mundo violento e desumano.

A ciência, no último século, vem corrigindo a exacerbação da consciência mecanicista/dualista que dissocia o aspecto material do espiritual e fragmenta todo o conhecimento. A física quântica teve uma importância fundamental na transformação da visão mecanicista e na construção de um novo pensamento, não dualista e não racionalista, que vê o universo unido em uma totalidade inter-relacionada e significativa. Esse novo modelo conceitual concebe a natureza como um sistema de energias organizado no espaço-tempo formando um todo unificado e inter-relacionado.
Actualizado em Terça, 22 Dezembro 2009 12:03 Continuar...
 

'Símbolo' por Patrícia da Vaza Santos

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'Símbolo'
por Patrícia da Vaza Santos

Este artigo pertence ao grupo


“O termo símbolo, tem origem no grego (sýmbolon), designa um elemento representativo que está (realidade visível) em lugar de algo (realidade invisível) que tanto pode ser um objecto como um conceito ou ideia, determinada quantidade ou qualidade. “ Wikipédia.

Toda a representação, ou linguagem astrológica é feita através de símbolos. Quando um astrólogo levanta um mapa é com essa realidade que se depara. Segundo Jung, o inconsciente colectivo cria poderosas imagens simbólicas que residem no cerne dos nossos mais profundos processos psicológicos, os arquétipos. Logo, para alguém conseguir traduzir símbolos tem de conseguir objectivar ou tornar consciente esse inconsciente colectivo, para tal, é preciso buscar a individualização. Acho apropriado, em termos de ilustração, citar as palavras da astróloga Ruth Fairfield:

“Cada astrólogo é um mundo”

Actualizado em Terça, 22 Dezembro 2009 12:03 Continuar...
 

Congresso Ibérico de Astrologia 2010 - Estoril, Portugal

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12 a 15 Maio 2010
Centro de Congressos do Estoril


“SOB O SIGNO DE GÉMEOS, NUM PAÍS PEIXES, BEM-VINDOS À DUALIDADE”.

Não é obrigatório os trabalhos a apresentar serem sobre o tema, no entanto, chegados à “nova era”, e o facto de estarmos a completar a essência Ibérica que o Congresso sempre teve presente, mas que ainda não se tornara uma realidade, sentimos esta DUALIDADE como a integração…

Realizados já 26 congressos, o seu historial é conhecido e os seus méritos reconhecidos quer em Espanha, quer em Portugal. No entanto, contou já com muitas participações de outros países e é já um dos eventos dentro desta área com maior projecção a nível mundial.

A sua divulgação será feita em e por todas as Federações, Associações, Escolas e outras entidades ligadas à Astrologia nas suas várias dimensões, em todos os países de língua portuguesa e espanhola. Serão ainda abrangidos vários profissionais de outras línguas cujos trabalhos poderão também vir a ser expostos.
Actualizado em Segunda, 14 Dezembro 2009 14:12 Continuar...
 

Muitas Luas - Parte 2

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Muitas Luas - Parte 2
Ana Cristina Corrêa Mendes

Continuando com a Lua atentos às suas necessidades sugeridas pela Casa onde se encontra e como por vezes estas parecem opostas ou extremadas pelas suas (também) necessidades, simbolizadas pelo signo que lhes dá a tonalidade.

Não esquecendo que a Lua não tem luz pelo aquilo que vemos é um reflexo da energia proveniente do Sol e, já se sabe que a essência de um Sol em Escorpião não é a mesma da de um em Virgem, no caso de cada um destes a iluminar uma Lua em Capricórnio por exemplo; o reflexo que veríamos não seria a mesmo, no 1º caso Escorpião - Capricórnio, a força e o magnetismo a iluminar um sentido de propósito, 2º caso Virgem - Capricórnio as energias mentais em alta, ambos do elemento Terra, o sentido prático é favorecido, o que pressupõe atitudes e posturas diferentes uma da outra.
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Muitas Luas - Parte 1

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Muitas Luas - Parte 1
Ana Cristina Corrêa Mendes

Já aqui falei várias vezes da Lua e do que esta simboliza no horóscopo de nascimento, as indicações fantásticas acerca daquilo que buscamos e como esta busca é alimentada pela energia do Sol, também falei dos contactos modificadores da energia inerente. Todos estes indicadores completam e acrescentam tornando-nos seres diferentes uns dos outros, continuamos a juntar outros indicadores e acabamos com o reforço de um padrão individual. Aquele que faz que cada um dos elementos do grupo seja único e com potencial para trazer a sua individualidade ao todo.
Actualizado em Sábado, 12 Setembro 2009 10:33 Continuar...
 

Viver é preciso

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anacris

Viver é preciso
Ana Cristina Corrêa Mendes
Seu blogue «Astrologicamente»

A enorme necessidade de organizar e planear (Saturno) poderá levar-nos cair na tentação de tentar evitar o menos bom antecipando-nos assim às situações. Uma forma ou tentativa vã de controle (Plutão) da situação.

Hoje, já não sei onde li a frase; para vermos o arco-íris necessitamos da chuva. Ter conhecimento antecipado do mapa de vida deverá servir para planear e não nos dá o poder de a evitar (situações) mas sim de as vivermos em consciência.
Actualizado em Segunda, 23 Novembro 2009 11:52 Continuar...
 


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